Samedi de la Quatrième Semaine du Temps Pascal (Fr, Pt, It, En)
| Peter Paul Rubens, Saint Philippe 1611, Musée National du Prado |
[Fr] Méditation : Le Visage et l'Horizon
Lectures de la Messe : Ac 13, 44-52 ; Psaume
97/98 ; Jn 14, 7-14
Premier Point : Le piège de l'habitude (Philippe)
Dans l'Évangile d’aujourd’hui, Philippe pose une question
qui je crois habite le cœur de tout le monde : « Seigneur, montre-nous le
Père ; cela nous suffit. ». Réflexions un peu sur cette question. Le
contexte c’est que, après des années de route, de miracles et d'enseignements,
Philippe cherche encore "le grand spectacle". Il veut voir Dieu comme
on verrait un feu d'artifice ou un trône de nuages.
Et la réponse de Jésus, nous la pouvons classifier comme d'une
tristesse affectueuse : « Il y a si longtemps que je suis avec vous, et tu
ne me connais pas, Philippe ! ». Nous sommes ici devant le drame du
"chrétien d'habitude" : on peut être "avec" Jésus,
faire ses prières, aller à la messe, et ne pas Le connaître vraiment !
Ce peut arriver qu’on cherche Dieu dans l'extraordinaire alors qu'Il est là,
dans le grain de la voix de Jésus, dans Ses gestes de miséricorde, dans Sa
présence quotidienne… Pour connaître Dieu, nous n’avons pas besoin d’avoir une
vision mystique : connaitre Dieu c'est comprendre que le visage du
Christ est la seule définition de Dieu. En effet, nous devons être
attentifs parce qu'en dehors de Jésus, tout ce que nous imaginons de Dieu
risque d'être une idole ou une projection de nos peurs.
Deuxième Point : La jalousie ou la joie (Antioche)
Dans la première lecture, nous sommes devant un évènement intéressant,
nous voyons ce qu’on pourrait dire le revers de la médaille de la mission. Paul
et Barnabé ont un succès fou à Antioche de Pisidie, mais ce succès provoque une
réaction chimique immédiate : la jalousie. Les notables s'enflamment parce
qu'ils pensent que Dieu est leur propriété privée.
Notez bien le contraste : les Juifs s'enflamment de
jalousie, alors que les païens sont dans la joie. La jalousie naît quand on
croit que la grâce de l'autre nous enlève quelque chose, alors que la joie naît
quand on comprend que la Parole est un feu qui se partage sans s'épuiser. Paul
et Barnabé font alors un choix radical : le rejet devient une direction.
Puisque l'enclos se ferme, ils ouvrent l'horizon ; ils secouent la
poussière de leurs pieds — non par mépris, mais pour ne pas emporter avec eux
le poids de l'amertume — et ils continuent leur cheminement. Celle-là c'est la
liberté de l'apôtre : son bonheur ne dépend pas de l'accueil des hommes, mais
de l'obéissance à l'Esprit.
Troisième Point : Les "œuvres plus grandes"
Jésus, dans l’Évangile, fait une promesse vertigineuse : « Celui
qui croit en moi fera les œuvres que je fais... il en fera même de plus grandes
». Comment est-ce possible ? Sommes-nous plus puissants que Jésus ? Évidemment
que non, mais parce que Jésus part vers le Père, Son action n'est plus limitée
par le temps et l'espace de Sa vie terrestre. C’est par l'Esprit Saint qu’Il
agit désormais à travers nous tous, partout et tout le temps.
Faire des "œuvres plus grandes", en effet, c'est
oser demander « au Nom de Jésus ». Prier au nom de quelqu'un, ce n'est
pas utiliser une formule magique à la fin d'une phrase, non ! C'est prier en
étant identifié à Lui, en ayant les mêmes désirs que Lui, le même cœur que
Lui. Quand nous demandons la paix, le pardon ou la force de servir, nous prions
au Nom de Jésus, et Il le fait, parce que c'est le Père qui est glorifié dans
de tels gestes.
Conclusion et application pour notre journée
Saint Athanase a passé sa vie à dire : "Dieu s'est fait homme pour que l'homme devienne Dieu". Cette divinisation commence par notre regard. Donc,
- Nettoyer son regard : Aujourd'hui, ne cherche pas Dieu dans des signes compliqués. Regarde le "visage" de tes journées : un acte de patience, une parole de vérité, un service rendu. C'est là que le Père se montre.
- Secouer la poussière : Si tu rencontres une contradiction, une critique injuste ou un échec aujourd'hui, ne les laisse pas s'incruster dans ton cœur. Secoue la poussière de l'amertume et passe à la suite avec joie. L'Esprit t'attend déjà ailleurs.
- Oser demander : Ne compte pas sur tes seules forces pour tes défis de ce samedi. Dis : « Seigneur, je Te demande cette grâce en Ton Nom, pour Ta gloire, pas pour la mienne ».
Que la ténacité d'Athanase et l'audace de Paul nous
inspirent. Nous ne sommes pas les gardiens d'un musée, mais les témoins d'une
Victoire que la terre entière est appelée à voir.
Prière
[PT-BR] Meditação: O Rosto e o Horizonte
Leituras da Missa: At 13, 44-52; Salmo 97/98; Jo 14, 7-14
Primeiro Ponto: A armadilha do costume (Filipe)
No Evangelho de hoje, Filipe faz uma pergunta que acredito habitar o coração de todo o mundo: «Senhor, mostra-nos o Pai; isso nos basta». Reflitamos um pouco sobre essa questão. O contexto é que, após anos de caminhada, de milagres e de ensinamentos, Filipe ainda busca o "grande espetáculo". Ele quer ver Deus como se veria um fogo de artifício ou um trono de nuvens.
E a resposta de Jesus, podemos classificá-la como de uma tristeza afetuosa: «Há tanto tempo estou convosco, e não me conheces, Filipe!». Estamos aqui diante do drama do "cristão de costume": pode-se estar "com" Jesus, fazer suas orações, ir à missa, e não O conhecer de verdade! Pode acontecer de buscarmos Deus no extraordinário enquanto Ele está ali, no tom da voz de Jesus, em Seus gestos de misericórdia, em Sua presença cotidiana… Para conhecer a Deus, não precisamos ter uma visão mística: conhecer a Deus é compreender que o rosto de Cristo é a única definição de Deus. De fato, devemos estar atentos porque, fora de Jesus, tudo o que imaginamos de Deus corre o risco de ser um ídolo ou uma projeção dos nossos medos.
Segundo Ponto: A inveja ou a alegria (Antioquia)
Na primeira leitura, estamos diante de um evento interessante; vemos o que poderíamos chamar de o revés da medalha da missão. Paulo e Barnabé têm um sucesso imenso em Antioquia da Pisídia, mas esse sucesso provoca uma reação química imediata: a inveja. Os notáveis se enfurecem porque pensam que Deus é sua propriedade privada.
Observe bem o contraste: os judeus se inflamam de inveja, enquanto os pagãos estão na alegria. A inveja nasce quando acreditamos que a graça do outro nos tira algo, enquanto a alegria nasce quando compreendemos que a Palavra é um fogo que se compartilha sem se esgotar. Paulo e Barnabé fazem então uma escolha radical: a rejeição torna-se uma direção. Já que o cercado se fecha, eles abrem o horizonte; sacodem o pó de seus pés — não por desprezo, mas para não levar consigo o peso da amargura — e continuam sua caminhada. Essa é a liberdade do apóstolo: sua felicidade não depende da acolhida dos homens, mas da obediência ao Espírito.
Terceiro Ponto: As "obras maiores"
Jesus, no Evangelho, faz uma promessa vertiginosa: «Aquele que crê em mim fará as obras que eu faço... fará até maiores». Como isso é possível? Somos mais poderosos que Jesus? Obviamente não, mas porque Jesus vai para o Pai, Sua ação não está mais limitada pelo tempo e pelo espaço de Sua vida terrestre. É pelo Espírito Santo que Ele age, a partir de agora, através de todos nós, em todo lugar e o tempo todo.
Fazer "obras maiores", de fato, é ousar pedir «em Nome de Jesus». Rezar em nome de alguém não é usar uma fórmula mágica ao final de uma frase, não! É rezar estando identificado com Ele, tendo os mesmos desejos que Ele, o mesmo coração que Ele. Quando pedimos a paz, o perdão ou a força para servir, rezamos em Nome de Jesus, e Ele o faz, porque é o Pai quem é glorificado em tais gestos.
Conclusão e aplicação para o nosso dia
Santo Atanásio passou a vida dizendo: "Deus se fez homem para que o homem se tornasse Deus". Essa divinização começa pelo nosso olhar. Portanto:
Limpar o olhar: Hoje, não busque Deus em sinais complicados. Olhe para o "rosto" dos seus dias: um ato de paciência, uma palavra de verdade, um serviço prestado. É ali que o Pai se mostra.
Sacudir o pó: Se você encontrar uma contradição, uma crítica injusta ou um fracasso hoje, não deixe que se instalem em seu coração. Sacuda o pó da amargura e siga adiante com alegria. O Espírito já te espera em outro lugar.
Ousar pedir: Não conte apenas com suas próprias forças para os desafios deste sábado. Diga: «Senhor, eu Te peço esta graça em Teu Nome, para a Tua glória, não para a minha».
Que a tenacidade de Atanásio e a audácia de Paulo nos inspirem. Não somos os guardiões de um museu, mas as testemunhas de uma Vitória que a terra inteira é chamada a ver.
Oração
Senhor Jesus, Tu que és o reflexo perfeito do Pai, perdoa as minhas cegueiras e o meu cansaço. Ensina-me a Te reconhecer na humildade do cotidiano. Livra-me da inveja que fecha os corações e dá-me a alegria dos pagãos de Antioquia que descobrem a Tua luz. Santo Atanásio lutou pela Tua verdade; dá-me a força de nunca diluir o Teu Evangelho. Faz de mim as Tuas mãos e o Teu rosto para este mundo, a fim que tudo o que eu faça em Teu Nome, renda glória ao Pai que vive em Ti. Amém.
E você, hoje, qual é a pequena "graça de Deus" que você percebeu em alguém que não se parece com você?
[IT] Meditazione: Il Volto e l'Orizzonte
Letture della Messa: At 13, 44-52; Salmo 97/98; Gv 14, 7-14
Primo Punto: La trappola dell'abitudine (Filippo)
Nell'Evangelo di oggi, Filippo pone una domanda che credo abiti il cuore di tutti: «Signore, mostraci il Padre; e ci basta». Riflettiamo un po' su questa richiesta. Il contesto è che, dopo anni di cammino, di miracoli e di insegnamenti, Filippo cerca ancora "il grande spettacolo". Vuole vedere Dio come si vedrebbe un fuoco d'artificio o un trono di nuvole.
E la risposta di Gesù possiamo classificarla come di una tristezza affettuosa: «Da tanto tempo sono con voi e tu non mi hai conosciuto, Filippo?». Siamo qui davanti al dramma del "cristiano d'abitudine": si può essere "con" Gesù, dire le proprie preghiere, andare a messa, e non conoscerlo veramente! Può accadere di cercare Dio nell'extraordinario mentre Egli è lì, nel tono della voce di Gesù, nei Suoi gesti di misericordia, nella Sua presenza quotidiana... Per conoscere Dio non abbiamo bisogno di avere una visione mistica: conoscere Dio è comprendere che il volto di Cristo è l'unica definizione di Dio. Infatti, dobbiamo stare attenti perché, al di fuori di Gesù, tutto ciò che immaginiamo di Dio rischia di essere un idolo o una proiezione delle nostre paure.
Secondo Punto: La gelosia o la gioia (Antiochia)
Nella prima lettura siamo davanti a un evento interessante; vediamo quello che potremmo chiamare il rovescio della medaglia della missione. Paolo e Barnaba hanno un successo incredibile ad Antiochia di Pisidia, ma questo successo provoca una reazione chimica immediata: la gelosia. I notabili s'infiammano perché pensano che Dio sia la loro proprietà privata.
Notate bene il contrasto: i Giudei si infiammano di gelosia, mentre i pagani sono nella gioia. La gelosia nasce quando crediamo che la grazia dell'altro ci tolga qualcosa, mentre la gioia nasce quando comprendiamo che la Parola è un fuoco che si condivide senza esaurirsi. Paolo e Barnaba fanno allora una scelta radicale: il rifiuto diventa una direzione. Poiché il recinto si chiude, essi aprono l'orizzonte; scuotono la polvere dai loro piedi — non per disprezzo, ma per non portare con sé il peso dell'amarezza — e continuano il loro cammino. Questa è la libertà dell'apostolo: la sua felicità non dipende dall'accoglienza degli uomini, ma dall'obbedienza allo Spirito.
Terzo Punto: Le "opere più grandi"
Gesù, nell'Evangelo, fa una promessa vertiginosa: «Chi crede in me, compirà le opere che io compio... e ne compirà di più grandi». Com'è possibile? Siamo forse più potenti di Gesù? Ovviamente no, ma poiché Gesù torna al Padre, la Sua azione non è più limitata dal tempo e dallo spazio della Sua vita terrestre. È attraverso lo Spirito Santo che Egli agisce, d'ora in poi, attraverso tutti noi, ovunque e in ogni momento.
Compiere "opere più grandi", di fatto, significa osare chiedere «nel Nome di Gesù». Pregare nel nome di qualcuno non è usare una formula magica alla fine di una frase, no! È pregare essendo identificati con Lui, avendo i Suoi stessi desideri, il Suo stesso cuore. Quando chiediamo la pace, il perdono o la forza di servire, preghiamo nel Nome di Gesù, ed Egli lo fa, perché è il Padre a essere glorificato in tali gesti.
Conclusione e applicazione per la nostra giornata
Sant'Atanasio ha passato la vita a dire: "Dio si è fatto uomo perché l'uomo diventasse Dio". Questa divinizzazione inizia dal nostro sguardo. Dunque:
Pulire lo sguardo: Oggi, non cercare Dio in segni complicati. Guarda il "volto" delle tue giornate: un atto di pazienza, una parola di verità, un servizio reso. È lì che il Padre si mostra.
Scuotere la polvere: Se oggi incontri una contraddizione, una critica ingiusta o un fallimento, non lasciare che si installino nel tuo cuore. Scuoti la polvere dell'amarezza e vai avanti con gioia. Lo Spirito ti aspetta già altrove.
Osare chiedere: Non contare solo sulle tue forze per le sfide di questo sabato. Di': «Signore, Ti chiedo questa grazia nel Tuo Nome, per la Tua gloria, non per la mia».
Che la tenacia di Atanasio e l'audacia di Paolo ci ispirino. Non siamo i guardiani di un museo, ma i testimoni di una Vittoria che la terra intera è chiamata a vedere.
Preghiera
Signore Gesù, Tu che sei il riflesso perfetto del Padre, perdona i miei accecamenti e la mia stanchezza. Insegnami a riconoscerTi nell'umiltà del quotidiano. Liberami dalla gelosia che chiude i cuori e donami la gioia dei pagani di Antiochia che scoprono la Tua luce. Sant'Atanasio ha lottato per la Tua verità; dammi la forza di non annacquare mai il Tuo Vangelo. Fa' di me le Tue mani e il Tuo volto per questo mondo, affinché tutto ciò che faccio nel Tuo Nome renda gloria al Padre che vive in Te. Amen.
E tu, oggi, qual è la piccola "grazia di Dio" che hai percepito in qualcuno che non ti somiglia?
[EN] Meditation: The Face and the Horizon
Mass Readings: Acts 13:44-52; Psalm 98; Jn 14:7-14
First Point: The Trap of Habit (Philip)
In today’s Gospel, Philip asks a question that I believe dwells in everyone's heart: "Lord, show us the Father, and that will be enough for us." Let’s reflect on this for a moment. The context is that after years on the road, witnessing miracles and hearing teachings, Philip is still looking for "the big show." He wants to see God the way one would see a firework display or a throne made of clouds.
Jesus’ response could be described as one of affectionate sadness: "Have I been with you all this time, and you still do not know me, Philip?" Here, we are faced with the drama of the "habitual Christian": one can be "with" Jesus, say their prayers, go to Mass, and yet not truly know Him! It can happen that we seek God in the extraordinary while He is right there—in the grain of Jesus’ voice, in His gestures of mercy, in His daily presence. To know God, we don't need a mystical vision: knowing God is understanding that the face of Christ is the only definition of God. Indeed, we must be careful, because outside of Jesus, everything we imagine about God risks being an idol or a projection of our own fears.
Second Point: Jealousy or Joy (Antioch)
In the first reading, we are faced with an interesting event; we see what could be called the flip side of the missionary coin. Paul and Barnabas have incredible success in Antioch of Pisidia, but this success provokes an immediate chemical reaction: jealousy. The local leaders become inflamed because they think God is their private property.
Notice the contrast: the Jews are inflamed with jealousy, while the Gentiles are filled with joy. Jealousy is born when we believe that another person’s grace takes something away from us, whereas joy is born when we understand that the Word is a fire that is shared without ever being exhausted. Paul and Barnabas then make a radical choice: rejection becomes a direction. Since the enclosure is closing, they open the horizon; they shake the dust from their feet—not out of contempt, but so as not to carry the weight of bitterness with them—and they continue their journey. This is the freedom of the apostle: their happiness does not depend on being welcomed by men, but on being obedient to the Spirit.
Third Point: The "Greater Works"
In the Gospel, Jesus makes a staggering promise: "Whoever believes in me will do the works I do, and will do even greater ones than these." How is this possible? Are we more powerful than Jesus? Obviously not. But because Jesus is going to the Father, His action is no longer limited by the time and space of His earthly life. It is through the Holy Spirit that He acts from now on through all of us, everywhere and all the time.
To do "greater works," in fact, is to dare to ask "in Jesus' Name." Praying in someone’s name is not about using a magic formula at the end of a sentence—no! It is praying while being identified with Him, having the same desires as Him, the same heart as Him. When we ask for peace, for forgiveness, or for the strength to serve, we are praying in the Name of Jesus, and He does it, because it is the Father who is glorified in such gestures.
Conclusion and Application for our Day
Saint Athanasius spent his life saying: "God became man so that man might become God." This divinization begins with our gaze. Therefore:
Clean your gaze: Today, do not look for God in complicated signs. Look at the "face" of your day: an act of patience, a word of truth, a service rendered. That is where the Father shows Himself.
Shake off the dust: If you encounter a contradiction, an unjust criticism, or a failure today, do not let them settle in your heart. Shake off the dust of bitterness and move on with joy. The Spirit is already waiting for you elsewhere.
Dare to ask: Do not rely only on your own strength for the challenges of this Saturday. Say: "Lord, I ask You for this grace in Your Name, for Your glory, not mine."
May the tenacity of Athanasius and the boldness of Paul inspire us. We are not the guardians of a museum, but the witnesses of a Victory that the entire earth is called to see.
Prayer
Lord Jesus, You who are the perfect reflection of the Father, forgive my blindness and my weariness. Teach me to recognize You in the humility of daily life. Deliver me from the jealousy that closes hearts, and give me the joy of the Gentiles of Antioch who discover Your light. Saint Athanasius fought for Your truth; give me the strength never to dilute Your Gospel. Make me Your hands and Your face for this world, so that everything I do in Your Name may bring glory to the Father who lives in You. Amen.
And you, today, what small "grace of God" did you notice in someone who is not like you?
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